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Autor:
J.B.Carneiro
Borbulhas
manifestam-se...
A
redoma,
sem
isolar
o
prazer
no
ar,
recebe
o
néctar
suave
e
efervescente,
em
ondas
de
magia
e
encantamentos.

Ao
brinde,
ergue-se
a
taça.
Aos
olhos,
divergente
brilho
entre
a
razão
e
a
emoção,
perde-se
na
noite
amiga.

Sem
degustar
o
precioso
líquido,
atravesso
com
o
olhar
a
translúcida
barreira
cristalina,
admirando
o
mavioso
sorriso.

O
vento
sopra
forte...
O
dominante
ar
faz-se
loquaz,
Subjugando,
nos
aposentos,
a
castradora
e
enfraquecida
razão.

O
sorriso
se
contrai
nas
esperanças
perdidas...
Ou
será
que
se
compraz
no
deleite
das
emoções?
Não
sei....
Talvez
duas
caças...
Ou
dois
caçadores?
No
limite
da
longa
estrada,
ergamos
as
taças
a
um
brinde:
tim
tim
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