Sou
cavaleiro
andante,
na
estrada
do
amor
esquecido,
levo
consolo
ao
coração
errante,
sou
o
herói,
sou
o
par,
sou
o
bandido.
Quero
apear
em
cada
encruzilhada,
pra
ouvir
o
toque
dos
berrantes,
ecoando
entre
a
relva
verde
e
molhada,
regada
com
lágrimas
pranteantes.
Seja
dama
da
noite,
do
castelo
ou
angelical,
não
importa
qual
procedência,
sou
um
anjo
mal,
destemido
e
sem
decência.
No
prazer,
só
momentos,
em
cada
esquina,
só
paixão,
no
cavalo,
só
carabina,
na
vida,
só
emoção.
A
estrada,
perde-se
no
horizonte,
quiçá
um
dia,
pudera
eu
voltar,
mas
quem
nasceu
cavaleiro
errante,
não
pode
no
coração
lamentar.